Substituições Dietitian
Quando você quer dar mais flexibilidade pro seu paciente, pra ele não enjoar das refeições e ter opções no dia a dia, você acaba digitando alimento por alimento, montando grupos de substitutos na mão, ou respondendo mensagem no meio do expediente pra trocar uma fruta por outra. É muito trabalho operacional pra algo que a sua ferramenta de nutrição deveria resolver sozinha.
O Dietitian foi feito pra te dar velocidade e flexibilidade nas prescrições. O que a gente puder fazer pra te ajudar sem invadir o seu trabalho clínico, vai ser feito. As Substituições Dietitian são exatamente isso: o app entrega as alternativas prontas pro paciente, com base no perfil nutricional de cada alimento, e você não precisa montar nada além da primeira opção (se não quiser).
Como habilitar para o paciente
Na hora de salvar o plano alimentar, o app pergunta se você quer habilitar as Substituições Dietitian. Basta marcar "Sim" e concluir. A partir daí, o paciente já terá acesso às alternativas diretamente no plano dele — sem precisar de nenhuma configuração extra.

Como funciona
Na tela de opções da dieta, o botão de substituições abre uma tela com todos os alimentos da refeição em carrossel. Para cada item, o app apresenta até 20 alternativas, ordenadas por similaridade nutricional com o alimento original. É uma lista generosa o suficiente pra que o paciente sempre encontre algo que funcione pra ele.
Você pode orientar seu paciente a usar essa tela diretamente. Ele escolhe a substituição, vê a quantidade já calculada em gramas e segue o plano sem precisar te acionar.
O que o paciente vê
Cada alternativa mostra um badge colorido com a porcentagem de semelhança: verde para alta, amarelo para média, vermelho para baixa. A quantidade já vem ajustada para preservar as calorias do alimento trocado, sem o paciente precisar fazer nenhuma conta.

Por que as sugestões fazem sentido
O sistema só sugere alimentos do mesmo grupo alimentar. Frutas com frutas, proteínas com proteínas. A partir daí, ele compara o perfil nutricional completo dos dois alimentos, considerando calorias, proteínas, lipídios, fibras e carboidratos. Não é uma comparação simples de kcal: cada nutriente tem um peso diferente no cálculo, e calorias e proteínas pesam mais do que carboidratos, por exemplo.
Além da comparação base, o algoritmo é rigoroso com coerência clínica. Se dois alimentos têm perfil parecido no papel mas a densidade calórica diverge muito, a semelhança cai. Se o perfil de macros é desequilibrado entre eles (um tem muito mais gordura ou muito mais carboidrato que o outro), a pontuação também é reduzida. Isso evita sugestões que parecem boas no número mas não fazem sentido no prato.
Você determina a opção principal, o sistema faz a triagem, e o paciente faz a escolha final.
E pacientes com restrições alimentares?
As substituições são baseadas em similaridade nutricional dentro do mesmo grupo alimentar, mas não consideram restrições individuais como alergias, intolerâncias ou condições clínicas específicas. Um paciente celíaco, por exemplo, pode receber como sugestão um alimento com glúten — porque nutricionalmente faz sentido, mesmo que clinicamente não sirva pra ele.
Se o paciente tem qualquer tipo de restrição que exige um controle mais fino sobre o que ele pode ou não comer, o ideal é não habilitar as substituições na hora de salvar o plano. Assim, ele segue exatamente o que foi prescrito, sem risco de escolher algo inadequado por conta própria. Você mantém o controle total da prescrição e protege o paciente.
Base de dados
Os alimentos vêm das principais tabelas nutricionais brasileiras (TACO, IBGE, TBCA) e do USDA. São sincronizados e armazenados localmente, então as substituições funcionam mesmo sem conexão com a internet.